Enfim um espaço só meu. Onde não há restrições de temas e preocupações ortográficas. Só impressões registradas de tudo aquilo que verdadeiramente importa, ou não.
17 de mai. de 2010
Escândalo
Não vou falar nada sobre o assunto..., não saberia nem como começar, é simplesmente um abuso. Padre foi pego embriagado, com as calças arriadas, estacionado em algum canto, sob a acusação de tentar molestar garotos. E por aí vai. A velha mesma estória de religiosos que se disfarçam sob a batina.
Lá, no Blog Idéia Certa, está tudo bem dito, como sempre. O blog é um dos únicos
a cobrir de maneira crítica, a esfera política de nossa região. o André escreve muito bem e tem muito conteúdo. Sabe muito. Vive a política. Leia lá tudo sobre o padreco queridinho da elite londrinense, que acabou se dando mal. Adoro quando a máscara deles cai. Eu acho o seguinte: não tá dando pra segurar a libido, larga a batina e vai atrás do que te dá prazer. Agora, se usa a batina, respeite o código. Isso é ter caráter.
Link para o blog Ideia Certa
Virada Cultural
Não fui. Tô de mau humor por causa disso.
É fudida a iniciativa de fazer uma política pública cultural deste porte.
São inúmeros shows, apresentações de teatro, dança, que acontecem em vários locais em São Paulo.
Puta que pariu. Não acontece nada aqui em Londrina. É foda. Não existe hoje, nenhuma produtora, nenhuma iniciativa de órgão, ONG ou qualquer instituição/empresa com gana de trazer nada pra cá. Maringá dá um pau em Londrina em questão de shows. O Agent Orange veio ao Brasil e fez show em Maringá, Curitiba, Campinas, Sorocaba e não teve nenhum filho da puta em Londrina pra trazer o show pra cá.
Tô revoltada.
Com esse lance e comigo mesma. Por permanecer aqui, longe de tanta coisa que gosto. Cravada no meio do mato, em um sítio asfaltado isolada de toda produção cultural do meu país. Me contentando em ver via web. De repente me vem a cabeça a idéia de fazer a tragetória inversa do meu pai, que é paulistano.
Mas aí, tem o outro lado da moeda. E é bem isso, da moeda mesmo, do que "realmente importa" e etc etc e tal.
Sei mais de nada não.
To questionando minhas certezas...
29 de abr. de 2010
she was just seventeen...
Alice
Amei!
Críticas: Roteiro fraco - hollywoodiano na verdade - ou seja, pro gosto da massa (ei, não me excluo totalmente da massa).
Porém, diálogos fantásticos como quando Alice conversa com o chapeleiro maluco que, por um instante, duvida ser ela a verdadeira Alice:
"- you really don't seem like her. she was muchier.
- but i am much
- no, i dont think you have THAT MUCHINESS."
Demais!
A máxima filosófica do filme, que deveria ser explorada, é a pergunta:
- How far do you wanna go! down the rabbit's hole?
Críticas: Roteiro fraco - hollywoodiano na verdade - ou seja, pro gosto da massa (ei, não me excluo totalmente da massa).
Porém, diálogos fantásticos como quando Alice conversa com o chapeleiro maluco que, por um instante, duvida ser ela a verdadeira Alice:
"- you really don't seem like her. she was muchier.
- but i am much
- no, i dont think you have THAT MUCHINESS."
Demais!
A máxima filosófica do filme, que deveria ser explorada, é a pergunta:
- How far do you wanna go! down the rabbit's hole?
o nó e nós
Percebi que em um casamento, nas reflexões sobre o relacionamento, você precisa da outra pessoa para, além de tantas outras coisas,obviamente, confirmar sua própria existência. Você só é, existe, porque faz parte de um sistema de interelações que são seu mundo. A vida como você conhece.
Você só é aos olhos do outro.
Então, toda cumplicidade que o envolvimento amoroso traz,
as vivências acumuladas e experiências mútuas de crescimento,
são e serão bases importantes para a ligação de pertencimento, de existência.
Nós projetamos no outro a imagem que fazemos de nós mesmos. As vezes somos realmente, as vezes, queremos ser.
E somos, no fim, narcisistas pra caralho.
Você só é aos olhos do outro.
Então, toda cumplicidade que o envolvimento amoroso traz,
as vivências acumuladas e experiências mútuas de crescimento,
são e serão bases importantes para a ligação de pertencimento, de existência.
Nós projetamos no outro a imagem que fazemos de nós mesmos. As vezes somos realmente, as vezes, queremos ser.
E somos, no fim, narcisistas pra caralho.
20 de abr. de 2010
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